
Exercício nº 2 / Jornalismo Online / Suzana Barbosa / FJA
O Relatório "Salvando as Maravilhas Naturais do Mundo de Mudanças Climáticas", apresentado pela organização ambientalista WWF aponta que a Amazônia tem sua existência ameaçada até 2050. A pesquisa foi apresentada no dia 5 de abril e indica que outros ecossistemas como recifes de corais e florestas temperadas do Chile, encontram- se em situação de risco devido ao aquecimento global.
Segundo o relatório, a elevação da temperatura da Terra aliada à escassez de água poderá transformar a Amazônia em savanas (vegetação composta por gramíneas, árvores esparsas e arbustos, semelhante ao cerrado) até a metade do século. A previsão é que até 2050 a temperatura na floresta amazônica aumente entre 2 e 3º C.
As queimadas na região são apontadas como grandes responsáveis pela participação do Brasil, no que tange o aquecimento global, uma vez que a emissão dos gases acaba provocando a elevação da temperatura. De acordo com o Ministério do Meio Ambiente, o Brasil conseguiu reduzir em 52% o desmatamento da Amazônia nos últimos dois anos e prepara um plano nacional para o combate ao aquecimento global. Segundo dados da entidade ambientalista, Greenpeace, desmatamento e queimadas lançam anualmente mais de 200 milhões de toneladas de carbono na atmosfera.
Impactos regionais
Em entrevista concedida a Agência Brasil, o representante do Greenpeace, Luís Piva disse que o impacto do aquecimento global no Brasil será sentido de forma diferente nas regiões do país. O Nordeste sofrerá com a salinização das terras (o que prejudica a produção agrícola) e a desertificação de grandes áreas.
"Cada planta tem uma condição ideal para se desenvolver. O aquecimento global pode, por exemplo, inviabilizar as culturas de maçã e morango desenvolvidas no Sul do país", explicou Mozat Salvador, meteorologista do Inmet - Instituto Nacional de Metrologia, órgão federal que simula o clima do planeta daqui a algumas décadas para a definição de políticas climáticas a médio e longo prazo.
No sudeste, a população sofrerá com as inundações em áreas costeiras e alagamentos em regiões de baixadas. Com o aumento do nível do oceano a cidade do Rio de Janeiro ficará totalmente vulnerável a enchentes e alagamentos, assim como outras cidades litorâneas.
Segundo o relatório, a elevação da temperatura da Terra aliada à escassez de água poderá transformar a Amazônia em savanas (vegetação composta por gramíneas, árvores esparsas e arbustos, semelhante ao cerrado) até a metade do século. A previsão é que até 2050 a temperatura na floresta amazônica aumente entre 2 e 3º C.
As queimadas na região são apontadas como grandes responsáveis pela participação do Brasil, no que tange o aquecimento global, uma vez que a emissão dos gases acaba provocando a elevação da temperatura. De acordo com o Ministério do Meio Ambiente, o Brasil conseguiu reduzir em 52% o desmatamento da Amazônia nos últimos dois anos e prepara um plano nacional para o combate ao aquecimento global. Segundo dados da entidade ambientalista, Greenpeace, desmatamento e queimadas lançam anualmente mais de 200 milhões de toneladas de carbono na atmosfera.
Impactos regionais
Em entrevista concedida a Agência Brasil, o representante do Greenpeace, Luís Piva disse que o impacto do aquecimento global no Brasil será sentido de forma diferente nas regiões do país. O Nordeste sofrerá com a salinização das terras (o que prejudica a produção agrícola) e a desertificação de grandes áreas.
"Cada planta tem uma condição ideal para se desenvolver. O aquecimento global pode, por exemplo, inviabilizar as culturas de maçã e morango desenvolvidas no Sul do país", explicou Mozat Salvador, meteorologista do Inmet - Instituto Nacional de Metrologia, órgão federal que simula o clima do planeta daqui a algumas décadas para a definição de políticas climáticas a médio e longo prazo.
No sudeste, a população sofrerá com as inundações em áreas costeiras e alagamentos em regiões de baixadas. Com o aumento do nível do oceano a cidade do Rio de Janeiro ficará totalmente vulnerável a enchentes e alagamentos, assim como outras cidades litorâneas.
Coordenadas
Pesquisadores divergem sobre a causa do aquecimento global
Devastador. Esse seria o efeito do aquecimento global sobre a Terra, segundo dados do IPCC (Painel Intergovernamental para as Mudanças Climáticas). Entre as questões mais prejudiciais à humanidade encontram-se o derretimento acelerado das calotas de gelos e, consequentemente, o aumento do nível do mar, furacões e ciclones cada vez mais fortes e a desertificação de grandes áreas por todo planeta.
De acordo com dados da ONU, 150.000 pessoas morrem anualmente por causa de secas, inundações e outros fatores relacionados diretamente ao aquecimento global. Estima-se que em 2030, o número dobrará.
As respostas científicas para o aumento de temperatura, não são consensuais. Para os partidários de que o aquecimento global é resultante de questões naturais, a variação na radiação cósmica por ação do campo magnético solar e o aumento da radiação solar, são explicações para o fenômeno. Os defensores das causas antropogênicas para explicar o aumento da temperatura, apontam o efeito estufa como o grande vilão deste processo. A relação predatória do homem sob o meio ambiente vem provocando um constante descontrole na dinâmica da natureza.
Aquecimento global: um debate político
A disputa tem um viés mais político do que científico, tendo em vista que, sob a ótica natural de aquecimento da terra, tanto o Protocolo de Kyoto como ações de preservação ambiental são entraves para o desenvolvimento para o capitalismo. Já para aqueles que atribuem às atividades humanas como responsável pelo desequilíbrio planetário, é fundamental mudar a lógica de desenvolvimento econômico, que busca enxergar o meio ambiente como parte integrante da humanidade.
Divergência a parte, de acordo com o relatório do IPCC (Painel Intergovernamental para as Mudanças Climáticas), a maioria do aquecimento das temperaturas, nos últimos 50 anos, deve-se a um aumento do efeito estufa e as atividades humanas, que incluem além da poluição, o maior uso de águas subterrâneas e de solo para a agricultura industrial, bem como o aumento do consumo energético.
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